Quais mitos femininos moldam nossa vida?

A compreensão da relação das Deusas Gregas – como Atena, Afrodite, Deméter, Ártemis, Hera, Hestia e Perséfone – com comportamentos, traços e características psicológicas das mulheres está cada vez mais em pauta, em especial pelo fato dos arquétipos das deusas validarem o que cada mulher de fato é, sem máscaras e sem regras.

Essa forma de comparar nossa personalidade com personagens de mitos é chamada, na Psicologia, de arquétipo. É provável que você – mulher – se identifique com uma ou mais deusas, pois os arquétipos femininos da mitologia grega representam a essência da nossa alma e, metaforicamente, revelam nossa natureza.

Para a Psicologia Analítica, os arquétipos das Deusas Gregas representam poderosas forças inconscientes (que correspondem às camadas mais profundas da psique) que influenciam o modo como as mulheres se relacionam no mundo.

Por meio dessas representações simbólicas, percebemos como somos influenciadas por essas deusas, que direcionam nossos comportamentos, escolhas e relacionamentos, seja de forma consciente ou inconsciente.

Entrar em contato e compreender nossas deusas internas – e qual delas se expressa no momento de vida atual – abre muitas portas, como:

  • Descobrir quais atitudes frequentes costuma ter, sem perceber que lhe trazem dificuldades
  • Entender quais são as coisas pelas quais passou ou ainda passa na vida, que lhe impedem de ser você mesma
  • Quebrar paradigmas e preconceitos
  • Libertar-se de crenças, medos e padrões limitantes, incluindo os sem razão evidente
  • Enxergar melhor a forma como nos relacionamos com homens e mulheres, com pais, filhos e namorados
  • Despertar energias adormecidas ou pouco manifestadas
  • Equilibrar nossas cobranças internas
  • Enriquecer nosso autoconhecimento

Como essa transformação começa?

Poderíamos resumir em uma só palavra: despertar.

Despertar nossa deusa interior significa nos sentirmos mais viva, deixando aflorar o verdadeiro feminino que existe dentro de nós. “É tão profundo e transformador que conseguimos deixar emergir anseios e pensamentos mais enraizados do subconsciente”, explica Regina Silva, psicoterapeuta e realizadora de workshops sobre deusas interiores no Gyraser.

Quando a mulher passa a perceber a sua deusa, sente uma profunda paz e aprende a não deixar mais que o mundo oprima a sua verdadeira essência, a sua deusa interior.

Não só. Com o transbordo da alma e mais consciência, a mulher se sente mais forte para iniciar um processo de transformação e até de definir novos rumos para sua vida.

Enfim, um mundo que se abre.

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